segunda-feira, 6 de junho de 2022

Maria Mãe da Igreja


Hoje, segunda-feira após o Domingo de Pentecostes, a Igreja celebra, por determinação do Papa Francisco, a memória obrigatória da Bem-aventurada Virgem Maria Mãe da Igreja.

No encerramento da terceira sessão do Concílio Vaticano II, em 21 de novembro de 1964, o Papa São Paulo VI  havia glorificado a Santíssima Virgem com o título de "Mãe da Igreja".

Já havia no Missal a Missa votiva de "Maria mãe de modelo da Igreja". Esse formulário foi trazido para a memória que celebramos hoje.

A maternidade espiritual de Maria baseia-se no mistério da Encarnação, uma vez que, tendo gerado a Cristo cabeça, gerou também os membros de seus corpo místico, que é a Igreja.

Baseia-se também na oferta de seu Filho que ele fez "de pé" junto à cruz, cooperando de maneira singular com a obra da Redenção, qual nova Eva ao lado do novo Adão. "Mulher, eis o teu filho", disse-lhe Jesus ao entregá-la por Mãe ao discípulo amado e a toda a Igreja.

Por fim, baseia-se a presença de junto aos apóstolos que, no cenáculo, perseveravam unânimes em oração. Concluindo com Maria essa "novena de Pentecostes", eles receberam o Espírito Santo sob a forma de línguas de fogo e saíram entusiasmados por proclamar as maravilhas de Deus. Foi Maria quem aconchegou, com amor materno, a Igreja que nascia.

Peçamos a ela que socorra a Santa Igreja Católica neste difícil momento pelo qual passamos. Rezemos pelo Santo Padre, o Papa Francisco. Peçamos a ela que nunca nos falte bons pastores, nem falte em nós a obediência a eles.

Por fim, peço orações por minha mãe Maria Teresa, internada desde o dia 24 de maio, com hematoma abdominal e trombo embolia pulmonar. Embora tivesse dado sinais de recuperação, ela não pôde sair da UTI para o quarto, por causa de uma febre cuja causa ainda é ignorada.

Maria, mãe da Igreja, rogai por nós. Maria, saúde dos enfermos, rogai por nós.

sexta-feira, 15 de abril de 2022

"A Igreja é só santa, os pecadores são os homens"

Ontem, na Catedral do Bom Jesus, participando da Missa do Crisma, em que os sacerdotes renovam suas promessas sacerdotais, fui surpreendido com uma bela homilia de Dom João Wilk sobre a Igreja.

Ressoaram como um bálsamo para os meus ouvidos as seguintes palavras: 

A santidade da Igreja não provém da santidade dos homens; pelo contrário, a santidade da Igreja é que santifica os homens.

Costumamos ouvir: "Igreja santa e pecadora". Não, a Igreja é só santa, os pecadores são os homens"

Dentre os pecadores, sem dúvida nós, padres, temos o maior dever de santidade. Nosso julgamento será mais severo.





 


domingo, 10 de abril de 2022

Lula, já nascido, defende o aborto

 

Com um patrimônio declarado de quase oito milhões de reais, o ex-presidiário e a atual pré-candidato Lula criticou o padrão de vida ostentado pela classe média brasileira, declarou-se a favor do direito ao aborto e chamou a pauta da família e dos valores uma coisa "muito atrasada".

Lula não se preocupa com os bebês cujas mães, ricas ou pobres, morrem massacrados nas mãos de aborteiras inexperientes ou de matadores mais sofisticados. Sua preocupação é tornar o crime acessível a todos. Todas as mulheres, ricas ou pobres, devem, segundo ele, ter o direito de escolher se conservam ou matam seus filhos trazidos no ventre. Legalizar o aborto: eis o alvo que ele e seu Partido perseguiram incansavelmente durante todo o tempo em que estiveram no poder.

Lula quer matar crianças, mas a arma ainda não está em sua mão. A arma está nas mãos dos eleitores: é o voto. Se acontecer - Deus não o permita! - que os brasileiros entreguem seu voto nas mãos do "candidato do aborto", Lula estará não com a faca e o queijo na mão, mas com a arma na mão e os inocentes à sua frente para serem exterminados.

É dever moral de todos negar o voto a Lula e a seu Partido. É pecado grave votar conscientemente em um abortista declarado. Lula desarmado! Crianças com vida!



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