“Farei deles uma nação
única no país” (Ez 37,21-28).
“Quem dispersou Israel,
vai congregá-lo, e o guardará qual pastor a seu rebanho” (Jr 31, 10. 11-12ab.
13).
“Sendo sumo sacerdote em
função naquele ano, profetizou que Jesus iria morrer pela nação. E não só pela
nação, mas também para reunir os filhos de Deus dispersos” (Jo 11,45-56).
“O Deus da paz, que fez
subir dentre os mortos aquele que se tornou, pelo sangue de uma aliança eterna,
o grande pastor das ovelhas, nosso Senhor Jesus, vos torne aptos a todo bem” (Hb
13,15-17.20-21).
“O Senhor é o pastor que
me conduz; não me falta coisa alguma” (Sl 22,1-3a. 3b-4. 5. 6).
“Jesus viu uma numerosa
multidão e teve compaixão, porque eram como ovelhas sem pastor” (Mc 6,30-34).
Em Oseias, o Senhor se
compara a um esposo cuja esposa (Israel) a cometeu adultério. No entanto, ele oferece
o perdão e prometer “desposá-la para sempre” (aliança eterna) após submetê-la a
uma purificação (Os 2,16.17b-18.21-22).
“Misericórdia e piedade
é o Senhor” (Sl 144,2-3. 4-5. 6-7. 8-9).
“Se, pelo Espírito,
fizerdes morrer as obras do corpo, vivereis” (Rm 8,9.11-13).
Jesus ressuscita a filha
de Jairo (com doze anos de idade) e cura uma mulher que sofre hemorragia a doze
anos: “Coragem, filha! A tua fé te salvou” (Mt 9,18-26).
Também aos doze anos
(incompletos), Santa Maria Goretti preferiu ser apunhalada a ceder ao convite
de fornicação. Perdoou o agressor antes de morrer e obteve sua conversão.
Quando foi canonizada, em 1950, ele estava, já convertido, presente na Praça de
São Pedro, juntamente com a mãe da menina.