No discurso de Pentecostes,
Pedro recorre às Escrituras para dar testemunho de Cristo Ressuscitado (At
2,14.22-33).
“Não haveis de me deixar
entregue à morte, nem vosso amigo conhecer a corrupção” (Sl
15,1-2a.5.7-8.9-10.11).
Pedro exorta-nos a
vivermos com temor filial, pois fomos resgatados pelo precioso sangue de
Cristo, como de um cordeiro sem defeito nem mácula (1Pd 1,17-21).
Em Emaús os discípulos,
após ouvirem com o coração ardendo a explicação das Escrituras (Liturgia da
Palavra), reconhecem Jesus na fração do pão (Liturgia Eucarística) (Lc 24,13-35).
No princípio Deus criou
o céu e a terra. E viu que tudo era muito bom (Gn 1,1-2,2).
Abraão representa o Pai.
Isaac, com a lenha às costas, representa Jesus carregando a cruz. Abraão, por
sua fé e obediência, recupera seu filho e obtém uma descendência numerosa (Gn 22,1-18).
A travessia do Mar Vermelho
prefigura o nosso Batismo (Ex 14,15-15,1).
O Senhor se compara a um
marido que perdoa a esposa infiel e promete misericórdia para sempre (Is
54,5-14).
Por meio de Ezequiel, o
Senhor promete renovar seu povo dando-lhe um coração novo e derramando sobre ele
a água e o Espírito, elementos do Batismo (Ez 36,16-17a.18-28).
O Batismo é nossa
participação mística na morte e ressurreição de Cristo (Rm 6,3-11).
A ressurreição de Jesus
é descrita de forma majestosa por São Mateus: terremoto, anjo luminoso, remoção
da pedra, terror dos guardas... As mulheres procuram Jesus no lugar errado: “Não
está aqui”. Somente Maria Santíssima não vai procurar Jesus no sepulcro (Mt
28,1-10).