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domingo, 14 de fevereiro de 2021

Homilia 6º Domingo Tempo Comum – Ano B (14.02.2021)

 

“Vai, lava-te sete vezes no Jordão, e tua carne será curada e ficarás limpo” (2Rs 5,9-14).

“Disse: 'Eu irei confessar meu pecado!' E perdoastes, Senhor, minha falta” (Sl 31,1-2.5.11).

“Não escandalizeis ninguém, nem judeus, nem gregos, nem a igreja de Deus” (1Cor 10,31-11,1).

“Vai, mostra-te ao sacerdote e oferece, pela tua purificação, o que Moisés ordenou” (Mc 1,40-45).

quinta-feira, 10 de setembro de 2020

Homilia 5ª feira 23ª semana Tempo Comum – Ano Par (10.09.2020)

 

“Pecando, assim, contra os irmãos e ferindo a consciência deles, que é fraca, é contra Cristo que pecais.” (1Cor 8,1b-7.11-13).

“Vede bem se não estou no mau caminho, e conduzi-me no caminho para a vida” (Sl 138(139),1-3. 13-14ab-23-24).

“Sede misericordiosos, como também o vosso Pai é misericordioso.” (Lc 6,27-38).

domingo, 19 de julho de 2020

Homilia 16º Domingo Tempo Comum – Ano A (19.07.2020)


“Dominando tua própria força, julgas com clemência e nos governas com grande consideração” (Sb 12,13.16-19).
“Vós, porém, sois clemente e fiel, sois amor, paciência e perdão” (Sl 85,5-6.9-10.15-16a).
“O próprio Espírito que intercede em nosso favor, com gemidos inefáveis” (Rm 8,26-27).
Parábola do joio e do trigo: “Deixai crescer um e outro até a colheita” (Mt 13,24-43).

segunda-feira, 11 de novembro de 2019

Homilia segunda-feira 32ª semana Tempo Comum - Ano Ímpar

Os que governam a terra devem amar a sabedoria (Sabedoria).
A sabedoria de Deus tudo conhece (Salmo).
Devemos evitar o escândalo, corrigir o próximo, perdoar ilimitadamente e pedir uma fé capaz de arrancar vícios enraizados e transportar montanhas de soberba (São Lucas).

quinta-feira, 13 de junho de 2013

A prudência pró-vida

A prudência é chamada a rainha das virtudes cardeais. Ela dispõe os meios aos fins.

Como agir prudentemente em defesa da vida?

É prudente não dar aos cães o que é santo nem lançar pérolas aos porcos (Mt 7,6). Nada de dialogar com aqueles que não estão dispostos ao diálogo, mas desejam tão somente criar embaraços àqueles que são pró-vida. Nosso Senhor evitava responder diretamente às perguntas a eles dirigidas pelos escribas e fariseus que desejavam pô-lo à prova. Também ficou em silêncio diante das perguntas de Herodes, que desejava presenciar algum prodígio (Lc 23,9).

No entanto, a prudência não significa covardia nem vergonha. É nosso dever dar testemunho de Cristo, quer com a palavra, quer com o silêncio: "Todo aquele que se declarar por mim diante dos homens, também eu me declararei por ele diante do meu Pai que está nos Céus. Aquele, porém, que me renegar diante dos homens, também o renegarei diante de meu Pai que está nos Céus" (Mt 10,32-33). Às vezes é necessário falar não para converter o interlocutor de má-fé, mas para impedir que ele faça danos aos outros, que ouvem de boa-fé. Isso vale especialmente quando nosso silêncio pudesse ser interpretado como anuência ao que foi dito de falso.

Assim, a virtude da prudência nos ensina a ficar em silêncio suportando as injúrias que nos são dirigidas, como fez Cristo com seus algozes. Mas a mesma prudência nos ensina a agir com severidade quando está em risco a profanação das coisas santas, como o Templo (Mt 21,12-13) ou o escândalo aos pequeninos (Mt 18,6).

Em resumo, na defesa da vida devemos ter a prudência das serpentes sem, no entanto, perder a simplicidade das pombas (Mt 10,16).



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