Últimas orientações sobre como votar

Estamos entre dois candidatos: José Serra (PSDB) e Dilma Rousseff (PT).

Serra
O problema do primeiro está em ter assinado, quando Ministro da Saúde, em novembro de 1998 a Norma Técnica "Prevenção e Tratamento dos Agravos Resultantes da Violência contra Mulheres e Adolescentes", que introduziu no SUS a prática do aborto de bebês de até cinco meses, supostamente concebidos em um estupro.

O verdadeiro "autor" da Norma foi o PT. Por meio de dois deputados (Eduardo Jorge - SP e Sandra Starling - MG), o PT tentou inutilmente que fosse aprovado no Congresso Nacional o Projeto de Lei 20/91, que quereria obrigar o SUS a praticar aborto nos casos não punidos (mas proibidos!) pelo Código Penal: (i) quando não há outro meio para salvar a vida da gestante; (ii) quando a gravidez resulta de estupro.
Vendo que a via legislativa estava obstruída, os abortistas tentaram um "atalho". Pressionaram o então Ministro Carlos Albuquerque para que, por meio de uma simples portaria, "regulamentasse" o suposto direito ao aborto, "contido" no Código Penal. Albuquerque sentiu-se constrangido (ele próprio já se havia pronunciado publicamente contra o PL 20/91), mas acabou acatando a proposta do Conselho Nacional de Saúde (infestado de abortistas). Quando Serra tomou posse, a Norma já estava pronta, apenas à espera de quem a assinasse.

Em sua defesa, Serra usou (e ainda continua usando) o argumento de que não fez nada de novo. Apenas "regulamentou" o aborto "previsto em lei" desde 1940, quando o Código Penal foi promulgado. Assim, ele teria apenas "cumprido a lei".
O argumento é falacioso:
Primeiro: porque não há no direito positivo brasileiro qualquer caso de aborto "legal". Todo aborto é crime, inclusive nas duas hipóteses em que tal crime "não se pune" (art. 128, I e II, CP). A não aplicação da pena a um crime não o transforma em um "direito". Por exemplo: o mesmo Código Penal isenta de pena (art. 181) os crimes contra o patrimônio cometidos contra ascendente, descendente ou cônjuge. Mas essa isenção penal - que em Direito se chama escusa absolutória - não significa que os filhos tenham o "direito" de furtar dos pais ou que o esposo tenha o "direito" de praticar estelionato contra a esposa. Para a lei, às vezes convém aplicar uma pena grande, às vezes uma pena pequena. Em situações especiais, a lei, embora reprovando a conduta, perdoa o criminoso e não aplica pena. Em relação ao aborto, o máximo que o Estado pode fazer é não aplicar a pena após o crime cometido, mas nunca dar permissão prévia de abortar. Muito menos oferecer o aborto como um "serviço" de saúde a ser financiando com o dinheiro público.
Segundo: porque, ainda que houvesse algum aborto "legal" no Brasil, o Ministro da Saúde não poderia justificar-se dizendo que está apenas "cumprindo a lei". Diante de uma lei claramente iníqua (como a que autoriza a morte direta de um inocente), o dever do governante é não cumpri-la, em cumprimento à Lei Natural dada por Deus. No julgamento de Nuremberg (1946), os nazistas foram condenados não obstante seu argumento de que apenas haviam "cumprido a lei" do Estado Alemão.

No entanto, é forçoso reconhecer que não apenas Serra, mas um bom número de juristas fala do aborto "legal" como se ele existisse e estivesse acima de qualquer discussão. Não é de se admirar que ele tenha caído na falácia de que no Brasil o aborto é "permitido" em dois casos desde 1940, data em que o Código Penal foi promulgado.

Além disso, para que Serra, mesmo enganado pelos abortistas, resolvesse não assinar a Norma Técnica, era preciso que ele tivesse uma formação moral incomum entre os políticos. Ao assinar a Norma, ele talvez tenha agido como Pôncio Pilatos, que se curvou diante da pressão do Sinédrio e do povo. Mas não agiu como Anás ou Caifás, que maquinaram e orquestraram a morte de Jesus. O PT, porém, sempre agiu como os membros do Sinédrio: não por fraqueza moral, mas por perversidade, com a intenção direta e constante de legalizar o aborto no país.



Dilma

A maldade de Dima é imensamente maior.
Ela não tem absolutamente nada que lhe sirva de atenuante em suas declarações claríssimas em favor do aborto, dizendo considerar um "absurdo que não haja a descriminalização" de tal ato (ver aqui). Embora nas proximidades das eleições, ela tenha se apresentado como "católica" e até tenha tentado (sem muito sucesso) participar da Santa Missa no Santuário de Aparecida, em 2007 ela dizia duvidar da existência de Deus.

Ela faz parte de um Partido que a obriga a ser abortista. Ela assinou, conforme manda o Estatuto do PT (art. 128, § 1º) Compromisso do Candidato Petista, um documento no qual afirma que está "de acordo com as normas e resoluções do Partido, em relação tanto à campanha como ao exercício do mandato” (Estatuto do PT, art. 128, §1º).
Entre as resoluções que Dilma se comprometeu a acatar está uma denominada “Por um Brasil de mulheres e homens livres e iguais”, aprovada no 3º Congresso Nacional do PT (agosto/setembro de 2007), que inclui a “defesa da autodeterminação das mulheres, da descriminalização do aborto e regulamentação do atendimento a todos os casos no serviço público”.
Esse Partido, oficialmente comprometido com o aborto, exige de seus filiados fidelidade à causa abortista. Não foi por outro motivo que o PT puniu com suspensão de direitos partidários os deputados Luiz Bassuma (BA) e Henrique Afonso (AC). O Diretório Nacional do PT alegou que eles “infringiram a ética-partidária ao ‘militarem’ contra resolução do 3º Congresso Nacional do PT a respeito da descriminalização do aborto” (ver aqui).
Se Dilma quisesse tornar-se deixar de ser pró-aborto, teria que desfiliar-se do PT (ver aqui). Pois, não somente ela, mas todo candidato petista é comprometido com o aborto (ver aqui).

Diante desse compromisso partidário, de nada vale que ela agora assine um documento ("mensagem da Dilma") afirmando ser "pessoalmente contra o aborto". Server para enganar quem desejar ser enganado. Nada mais.




Juízo moral
Em comunhão com meu bispo Dom João Wilk, que declarou publicamente que um cristão não pode votar em Dilma, também eu afirmo que essa opção está totalmente descartada.
Votar em Dilma, consciente de tudo o que ela defende, seria um pecado grave, por constituir uma cooperação com o pecado do aborto.
O voto nulo ou em branco acabaria facilitando a vitória de Dilma (e do aborto, por ela defendido).
O voto em Serra, nas atuais circunstâncias, não só não é pecado, mas é a única opção que o Senhor oferece a nós, cristãos, a fim de evitar a "catástrofe incontrolável" (palavras de Dom Manoel Pestana) da vitória de Dilma.

Explico:
1) Nem Serra nem o seu partido (PSDB) são comprometidos com o aborto. Essa é uma grande diferença entre ele e sua adversária, que tanto por suas declarações, quanto por causa do partido ao qual está filiada (PT), está comprometida com a causa abortista.
2) O triste episódio que envolveu Serra com o aborto pode ser revertido. Dom Manoel acredita (e eu com ele) que haja esperança de conversão para Serra, por causa de suas raízes cristãs. Ao contrário, para Dilma-PT, não há qualquer esperança.


A palavra de Dom Raymond L. Burke
Dom Raymond L. Burke, em 2004, quando era arcebispo de St. Louis (Missouri, EUA), escreveu uma carta pastoral a respeito dos eleitores católicos e suas obrigações. Hoje ele é prefeito do Supremo Tribunal da Signatura Apostólica. Agora, no dia 20 de outubro, ela acaba de ser nomeado Cardeal pelo Papa Bento XVI. As palavras seguintes, ditas em uma entrevista à Ação Católica pela Fé e Família, encaixam-se perfeitamente na situação atual brasileira:

"Não se pode jamais votar em alguém que favoreça absolutamente o direito de uma mulher de destruir uma vida humana em seu seio ou de procurar um aborto.
Em algumas circunstâncias em que não exista nenhum candidato que se proponha a eliminar todo e qualquer aborto, pode-se escolher o candidato que mais limite esse grave mal em nosso país; mas jamais seria justificável votar num candidato que não só não quer limitar o aborto mas entende que ele deva estar ao alcance de todos".
Esse é o caso brasileiro. Nenhum dos dois candidatos se propõe a eliminar "todo e qualquer aborto". Ambos se mostram favoráveis ao aborto nos dois casos proibidos mas não punidos pelo Código Penal. Mas enquanto o desejo de Dilma e de se seu partido (PT) é legalizar o aborto durante dos nove meses de gestação, sem qualquer restrição, a aprovação de Serra ao aborto se limita àqueles dois casos, que ele erroneamente chama de "aborto legal".
Assim, para usar as palavra de Dom Burke, pode-se escolher Serra, que é "o candidato que mais limita esse grave mal em nosso país".

Chamado a se pronunciar sobre os Bispos brasileiros que advertiram os eleitores sobre o PT, Dom Burke assim respondeu:

"Como poderia um bispo dormir a noite se não ensinasse nem alertasse seus fiéis contra um mal tão grave quanto o aborto, que ameaça acometer a sua nação? Então, esses bispos devem ser parabenizados, pois o que estão fazendo é simplesmente exercer sua função de mestres da fé e da moral, num assunto como disse fundamental e essencial: a proteção da vida de inocentes e indefesos seres humanos. De maneira que prometo rezar por esses bispos, para que mantenham sua coragem de continuar anunciando a fé".

Eis o vídeo da entrevista (em inglês):



Veja aqui a íntegra da entrevista em português.



A Igreja amordaçada pelo PT

A perseguição religiosa já começou. O triste episódio da apreensão arbitrária do "Apelo a todos os brasileiros e brasileiras" pela Polícia Federal (obedecendo a uma liminar do TSE pedida por Dilma Rousseff) é apenas uma amostra do totalitarismo petista.

Padre Paulo Ricardo fala sobre esse assunto:




Neste domingo, 31 de outubro, temos uma chance - se Deus quiser - de eliminarmos o totalitarismo petista de nossa pátria.
A apreensão dos folhetos foi permitida por Deus talvez para que nós não atribuamos a vitória a nossas próprias forças, mas à graça divina.
Nossa luta "não é contra a carne e o sangue, mas contra os espíritos malignos que povoam os ares".
Prossigamos na oração, sobretudo do terço da Misericórdia às três horas da tarde e mais um rosário completo.

Peçamos a Maria Santíssima que não deixe que o inimigo ocupe o seu lugar de Rainha deste país.
"Mãe do Autor da Vida, rogai por nós!"

Comentários

Alex disse…
Vejam o que o Olavo de Carvalho escreveu sobre o resultados das eleiões presidenciais!

Grande descoberta
Olavo de Carvalho
Diário do Comércio, 1 de novembro de 2010

De repente, parece que todas as mentes iluminadas do país descobriram aquilo que os documentos internos do PT, as atas do Foro de São Paulo e centenas de artigos que escrevi a respeito lhes teriam revelado dez ou vinte anos atrás, se consentissem em lê-los e se, malgrado suas profissões nominalmente letradas, não padecessem da obstinada insensibilidade brasileira à palavra escrita.
Brasileiro só acredita no que vê. Não no que vê com os seus próprios olhos (a capacidade de inteligir diretamente da experiência é desconhecida na nossa cultura), mas naquilo que vê na televisão; ou naquilo que ouve da boca das "pessoas maravilhosas", cujas palavras dão visibilidade até ao inefável. Enquanto uma coisa não aparece no "Jornal Nacional" ou não é confirmada pelo testemunho de meia dúzia de pop stars, ela não existe, ainda que pose ante os olhares do mundo desde o alto do Corcovado ou no meio da Praça da Sé. Nélson Rodrigues falava do "obvio ululante", mas em vão ululam os fatos mais espalhafatosos na Terra do "Eu não sabia". Sem o nihil obstat apropriado, até um King Kong político como o Foro de São Paulo permanece abstrato e inacessível como uma hipótese metafísica escrita num papiro desaparecido.
Mas recentemente até Caetano Veloso, Arnaldo Jabor, Hélio Bicudo, Carlos Vereza e Fernando Gabeira saíram gritando, e então as mentes iluminadas se abriram à revelação: descobriram que o PT não é um partido normal, feito para alternar-se no poder com os demais partidos, e sim uma organização revolucionária criada para absorver em si o Estado e remoldá-lo à sua imagem e semelhança. Grande descoberta. Teria sido ótimo fazê-la quando o PT ainda tinha quinze por cento do eleitorado. Hoje ela soa como o verso de Manoel Bandeira, o mais triste do idioma pátrio: "A vida inteira que poderia ter sido e que não foi."

[...]

http://www.olavodecarvalho.org/semana/101101dc.html
Alex disse…
Gostaria de divulgar o comentário do Pe. Mateus Maria sobre a elição de Dilma Roussef, pois está muito bom o comentáro do Padre.

Está em


http://www.rainhamaria.com.br/Pagina/9587/Padre-Mateus-Maria-Sobre-Dilma-Presidente
Alex disse…
Padre Mateus Maria: Sobre Dilma Presidente

02.11.2010 - Tenho certeza que, nós que, durante estas eleições trabalhamos a favor da vida, e não nos vendemos com nossos blog's e site católicos e pastorais, com notícias tendenciosas, estamos de consciência tranquila, pois fizemos a nossa parte, denunciando um projeto de governo que não patrocinava a vida, tendo também um desejo claro de suprimir a liberdade.
O meu coração se encontra em muita paz, como tenho certeza que, se encontra assim o coração de todos aqueles que lutaram a foavor da vida e da liberdade de expressão, a todos estes, e a todos os líderes cristão que se empenharam nesta luta, só tenho uma palavra a dizer: "Obrigado".
Obrigado a todos que participaram do cerco de jericó, do dia de Jejum pela nossa nação, obrigado a todos os que não calaram a sua voz e seguiram a sua consciência, mesmo quando muitos se calavam.
Nós fomos vencedores nestas eleições, pois o tema do aborto foi abordado com força, e pudemos ver com clareza de que lado estava e está cada um, tanto no meio político quanto religioso.
Pretendo como sacerdote, unido a Igreja, continuar este trabalho pro vida, contra a cultura de morte denunciada desde o Papa João Paulo II, continuando-o agora com o encorajamento do Papa Bento XVI, que nos disse no seu ultimo pronunciamento: "Digam com clareza a verdade, denunciem a cultura de morte sem temer a oposição!".

CONTINUA
Alex disse…
CONTINUAÇÃO

O nosso trabalho não foi em vão, pois segundo as pesquisas do Data Folha, foi registrada a maior alta no percentual de cidadãos contrários à legalização do aborto desde 1993, que era de 65% e agora passou a 71% da população.
Pessoalmente não tenho nada contra a Sra. Dilma, nossa futura presidente, se tenho algo é contra o PT, que promove a cultura de morte ( o que não é uma difamação é uma realidade ), contudo, oferecerei sacrifícios, jejuns e orações a ela, para que ela tenha força de ser fiel a nação brasileira, que não quer o aborto, e sobre tudo, possa ter o Espírito Santo, para reger a nossa nação com sabedoria, com amor, estando a favor da vida e da liberdade de expressão.
Caros irmãos, reforço mais uma vez o pedido a oração, pois, segundo o que nos ensina a Santa Igreja, devemos orar incessantemente pelos que nos governam, oremos pela senhora Dilma Rousseff, para que seja orientada por Deus; "orem por todos os que têm autoridade, para que possamos viver uma vida calma e pacífica, com dedicação a Deus e respeito aos outros" (1 Tm 2: 1-4) porque devemos "pagar a todos o que lhes é devido: a quem tributo, tributo; a quem imposto, imposto; a quem respeito, respeito; a quem honra, honra" (Rm 13.7).
Oremos, sabendo que: "não há autoridade que não proceda de Deus, e as autoridades que existem foram por ele instituídas" (Rm 13.1). Saibamos portanto que a fonte de todo poder é Deus, o qual deve ser orientado para o bem comum, e para a dignidade da vida, desta maneira, obedeçamos a autoridade conferida a nossa futura presidente, e lhe asseguramos todo o respeito e obediência, desde que o seu mandato e ordens, não interfiram a lei natural, e não confronte a lei de Deus, pois nestes casos não somos obrigados a obedecer, antes desobedecer aos homens, do que desobedecer a Deus.
Neste momento, é preciso deixar bem claro que o aborto, tema crucial destas eleições, mesmo que em alguns casos seja lícito nas leis dos homens, não é, e nunca será lícito diante de Deus, que disse: "TU NÃO MATARÁS!", e para nós cristão em hipotese alguma, deve ser aceito.
Que o governo combata a pobreza, que o governo dê possibilidades para as mães levaram a gravidez até o fim e depois criem meios para dar essas crianças em adoção (onde a fila é quilométrica), mas que a maldição do aborto não se expanda em nossa nação.
Deixo um convite a todos os que se dedicaram na luta da vida: "Inciem agora a formarem comissões pró-vida, formadas por advogados, médicos, leigos, padres, religiosos, agentes de pastorais, para podermos instaurar em cada cidade do Brasil, a luta contra o aborto!"
Por fim, agradeço a todos os amigos que criei neste tempo eleitoral, amigos estes que mostraram o seu amor a Igreja e a vida, dispostos a doar-se e sacrificar-se por amor a Deus e as suas leis. E a todos os que não entenderam aquilo que quis dizer com o meu apostolado na internet, peço perdão caso os tenha escnadalizado.
Deixo mais uma vez o meu agradecimento, e oremos muito para que seja Deus, o Senhor a governar a nossa nação e para que Ele não permita o aumento da maldição do aborto em nosso país.
Com Carinho
Pe. Mateus Maria
Fonte: http://nossasenhorademedjugorje.blogspot.com


http://www.rainhamaria.com.br/Pagina/9587/Padre-Mateus-Maria-Sobre-Dilma-Presidente
Alex disse…
Sacerdote reza o pequeno exorcismo de Leão XIII em frente a uma clínica de aborto na Áustria

http://sacerdotibus.blogspot.com/2010/11/sacerdote-reza-o-pequeno-exorcismo-de.html
Alex disse…
Exorcism in front of an abortion mill / Exorzismus vor der Abtreibungsklinik

On December 3rd a catholic priest prayed the small exorcism by pope Leo XIII in front of an abortion mill in Vienna, Austria. Am 3. Dezember betete ein Priester vor der Wiener Abtreibungsklinik…
00:04:28
Adicionado em 27/12/2008
2.164 exibições

http://www.youtube.com/watch?v=VfLLUtzniKQ&feature=related
Marina Freund disse…
Prezado e Reverendo Pe. Lodi,

Agradeço imensamente, de coração pela sua orientação constante e segura, sempre em completo acordo com o pensamento Católico e que nos foi tão preciosa para este momento difícil das eleições! Sendo que você querido Pe. Lodi foi RATIFICADO mesmo pelo próprio Santo Padre, o Papa Bento XVI a três dias das eleições. Muito, muito obrigada !
Como é dito em seu escrito mais atual os frutos de nossas orações, com a graça de Deus, visiveis ou invisiveis virão.
Não considero também que nós cristãos, tenhamos sido derrotados, muito até pelo contrário: nunca se falou tanto de temas da moral e da ética em uma eleição. E nunca a população brasileira manifestou tão claramente em todas as várias ocasiões disponíveis que é massivamente CONTRA o aborto... qualquer pequena pesquisa que se faça sempre a maioria das pessoas se diz contra o aborto.... Dilma ganhou mas teve que RETRATAR-SE: se dizer religiosa, se dizer CONTRA o aborto, e etc. De alguma forma terá que manter a palavra sobre isto, uma vez que muita luz foi jogada em tal tema.... Assim, não saímos derrotados. A luta continua, a vigília continua... e para a qual agradeço a Deus poder contar com sua orientação.

Rogando a sua bênção sacerdotal para mim e para os meus despeço-me pedindo a Deus que Este lhe seja em tudo e sempre propício.
Marina Freund

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