O Senhor censura a
Assíria, instrumento de seu castigo, por atribuir a si mesma suas vitórias
militares. “Acaso gloria-se o machado, em detrimento do lenhador que com ele
corta?” (Is 10,5-7.13-16).
“O Senhor não rejeita o
seu povo e não pode esquecer sua herança” (Sl 93,5-6. 7-8. 9-10. 14-15).
“Escondeste estas coisas
aos sábios e entendidos e as revelaste aos pequeninos”. (Mt 11,25-27).
São Boaventura, doutor
da Igreja, foi pequenino pela sua humildade
Diante da guerra siro-efraimita,
o profeta Isaías exorta Acaz, rei de Judá, à confiança no Senhor: “Se não
confiardes, não podereis manter-vos firmes” (Is 7,1-9).
“Grande é o Senhor e
muito digno de louvores na cidade onde ele mora” (Sl 47,2-3a. 3b-4. 5-6. 7-8).
Jesus censura as cidades
de Corazim, Betsaida e Cafarnaum, por não se terem convertido, apesar dos milagres
lá realizados. E anuncia para elas um juízo severo (Mt 11,20-24).
O Senhor não suporta o
culto quando não é acompanhado do amor ao próximo: “Lavai-vos! Purificai-vos!” (Is
1,10-17).
“Não preciso dos
novilhos de tua casa nem dos carneiros que estão nos teus rebanhos” (Sl 49,
8-9.16bc-17.21.23).
Jesus veio trazer divisões.
A paz que ele oferece é interior e coexiste com as perseguições e turbulências
externas. Ele exige a renúncia de tudo, até da própria vida. E promete
recompensar os que acolherem os seus enviados (Mt 10,34-11,1).