“Nabucodonosor levou
cativos, para a Babilônia, todos os que escaparam à espada... até que o império
passou para o rei dos persas... O Senhor moveu o espírito de Ciro, rei da
Pérsia”” (2Cr 36,14-16.19-23).
“Junto aos rios da
Babilônia nos sentávamos chorando, com saudades de Sião” (Sl 136,1-2.3.4-5.6).
“Deus é rico em
misericórdia. Por causa do grande amor com que nos amou, quando estávamos
mortos por causa das nossas faltas, ele nos deu a vida com Cristo. É por graça
que vós sois salvos!” (Ef 2,4-10).
“Deus amou tanto o
mundo, que deu o seu Filho unigênito, para que não morra todo o que nele crer, mas
tenha a vida eterna” (Jo 3,14-21).
“Depois que tiverem
destruído esta minha pele, na minha carne, verei a Deus” (Jó 19,21-27).
“Na casa do Senhor,
habitarei pelos tempos infinitos” (Sl 22(23),1-3.4.5.6).
“Como em Adão todos
morrem, assim também em Cristo todos reviverão” (1Cor 15,20-26.28).
“Felizes os empregados
que o senhor encontrar acordados quando chegar. Em verdade eu vos digo: Ele
mesmo vai cingir-se, fazê-los sentar-se à mesa e, passando, os servirá” (Lc
12,35-40).
Oráculo contra o
príncipe da ilha de Tiro, por causa do seu orgulho. “Tu, porém, és um homem e
não um deus, mas pensaste ter a mente igual à de um deus” (Ez 28,1-10).
“Eles diriam: Nossa mão
prevaleceu, não foi o Senhor Deus que isto fez” (Dt 32,26-27ab. 27cd-28. 30.
35cd-36ab).
O camelo e a agulha. O
perigo das riquezas e a recompensa prometida ao desprendimento (Mt 19,23-30).
O diácono Filipe batiza
um eunuco, adorador de Deus, que lê as Escrituras, mas não tem quem as
explique. A Palavra de Deus escrita deve ser interpretada pela Igreja, aqui
representada por Filipe, que é diácono (At 8,26-40).
“Nações, glorificai ao
nosso Deus” (Sl 65, 8-9. 16-17. 20).
Jesus é o pão vivo que
desceu do céu. Ele dá a imortalidade perdida por nossos pais ao comerem do
fruto proibido. Mas para ter a acesso a ele é preciso crer. E a fé é um dom do
Pai (Jo 6,44-51).
A perseguição após o
martírio de Estêvão obriga os cristãos a saírem de Jerusalém. O diácono Filipe
vai à Samaria e anuncia o Cristo aos samaritanos (At 8, 1b-8).
“Aclamai o Senhor Deus,
ó terra inteira” (Sl 65, 1-3a. 4-5. 6-7a).
Jesus, o pão da vida,
veio para fazer a vontade do Pai: que todo aquele que vê o Filho e nele crê
tenha a vida eterna. “E eu o ressuscitarei no último dia” (Jo 6,35-40).
O diácono Estêvão prega,
faz milagres e recebe acusação de blasfêmia por parte dos judeus (At 6,8-15).
“Que os poderosos
reunidos me condenem; o que me importa é o vosso julgamento” (Sl 118, 23-24.
26-27. 29-30).
Na sinagoga de
Cafarnaum, Jesus exorta os judeus a irem além do pão corporal que para eles foi
multiplicado no deserto. Devem pela fé adquirir um alimento que permanece até a
vida eterna (Jo 6,22-29).
Censurados por terem ensinados
em nome de Jesus, Pedro e os apóstolos respondem: “É preciso obedecer a Deus antes
que aos homens. O Deus de nossos pais ressuscitou Jesus... E disso somos
testemunhas, nós e o Espírito Santo” (At 5,27-33).
Do coração atribulado o
Senhor está perto (Sl 33, 2.9. 17-18. 19-20).
“Aquele que Deus enviou
fala as palavras de Deus, porque Deus lhe dá o Espírito sem medida” (Jo 3,31-36).
A multidão dos fiéis era
um só coração e uma só alma (At 4,32-37).
“Deus é Rei e se vestiu
de majestade” (Sl 92, 1ab. 1c-2. 5).
Jesus a Nicodemos: “Como
Moisés levantou a serpente no deserto, assim é necessário que o Filho do Homem
seja levantado, para que todos os que nele crerem tenham a vida eterna” (Jo
3,7b-15).
Moisés intercede junto a
Deus pelo povo que fez para si um bezerro de ouro (Ex 32,7-14).
Trocaram seu Deus, que é
sua glória, pela imagem de um boi, que come feno (Sl 105, 19-20. 21-22. 23).
João Batista, as Escrituras,
Moisés, o Pai, as obras do Pai, todos dão testemunho de Jesus. Mas os judeus
não querem vir a Ele para terem a vida eterna. Não têm em si o amor de Deus (Jo
5,31-47).