“Nabucodonosor levou
cativos, para a Babilônia, todos os que escaparam à espada... até que o império
passou para o rei dos persas... O Senhor moveu o espírito de Ciro, rei da
Pérsia”” (2Cr 36,14-16.19-23).
“Junto aos rios da
Babilônia nos sentávamos chorando, com saudades de Sião” (Sl 136,1-2.3.4-5.6).
“Deus é rico em
misericórdia. Por causa do grande amor com que nos amou, quando estávamos
mortos por causa das nossas faltas, ele nos deu a vida com Cristo. É por graça
que vós sois salvos!” (Ef 2,4-10).
“Deus amou tanto o
mundo, que deu o seu Filho unigênito, para que não morra todo o que nele crer, mas
tenha a vida eterna” (Jo 3,14-21).
No meio de tanta confusão sinto a presença materna de Maria.
Terminei hoje uma seção de um capítulo da tese e admirei-me com a beleza do que havia escrito.
"E Deus viu que a luz era boa" (Gn 1).
Percebo claramente que sou incapaz de escrever a tese. E quando vejo uma luz e consigo escrever, percebo que essa luz é um puro dom gratuito caído do céu.
Maria é aquela mulher-luz (Ap 12), vestida de sol.