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segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012

Hoje te chamo de mãe

Hoje, dia em que minha irmã completa aniversário natalício, deixo registrada uma canção que ela compôs em homenagem a Nossa Senhora. O refrão e a primeira estrofe são delas.
As demais estrofes eu acrescentei (espero que ela aprove).


HOJE TE CHAMO DE MÃE

Lembra, Maria, aquele dia em que o anjo do Senhor te visitou
Dizendo que serias a mãe bendita do próprio Deus que te criou.

Refrão:
Hoje te chamo de mãe
Assim como Jesus chamava.
E tudo fica mais lindo
E mais fácil ao lado de tão doce Mãe

Lembra, Maria, aquele dia em que a caridade te impulsionou
a ir às montanhas servir a mãe de João Batista, o Precursor.

Lembra, Maria, a alegria que Isabel manifestou:
“Que grande honraria que em minha casa eu receba a mãe do meu Senhor!”

Lembra, Maria, a noite fria em que deste à luz o Salvador.
Glória nas alturas a Deus que deu-nos seu próprio Filho por amor!

Lembra, Maria, que em agonia Jesus a nós te entregou.
Eis-nos teus filhos, que aqui viemos compartilhar a tua dor.

quinta-feira, 15 de setembro de 2011

22 ANOS DE LIBERDADE

Hoje, 15 de novembro de 2011, completei 22 anos desde o dia em que resolvi libertar-me de minha liberdade.
Nesta mesma data, no ano 1989, na capela do Seminário, eu me consagrava a Maria Santíssima na qualidade de escravo, renovando os votos de meu Batismo e entregando em suas mãos todos os meus bens espirituais.
Ao vincular-me a Maria, fiquei mais firmemente vinculado a Jesus, como ensinou São Luís Maria Grignion de Montfort.
Essa consagração é uma pérola preciosa, um tesouro escondido no campo. Poucos a encontram. Dos que a encontram, poucos a valorizam. Dos que a valorizam, poucos resolvem consagrar-se. Dos que se consagram, poucos avançam muito no caminho da consagração.
Louvo a Deus por ter-me feito encontrar esse caminho fácil, curto, santo e perfeito para unir-me a Jesus. Lamento por aqueles que ainda não o trilharam.
Agora, liberto de minha própria liberdade, confio a Maria o encargo de fazer a gerência de todos os méritos de minhas boas obras e meus sofrimentos, passados presentes e futuros, para a maior glória de Deus.
Quem se entrega deste modo a Maria (e por ela, a Jesus) nada tem a perder, a não ser o amor próprio desordenado.
Peço a Maria Santíssima, a quem venero como filho e sirvo como escravo, que me assista na tese que estou tentando escrever sobre "a alma do embrião humano". Se essa tese servir para defender o seu Filho, que viveu como embrião em seu seio virginal, e para defender os pequeninos, que são os preferidos por ele, que ela seja bem escrita e bem defendida perante a banca examinadora.
Mãe puríssima, livra-me de ser livre.
O escravo de Jesus em Maria,

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