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Mostrando postagens de Março, 2017

"Casamento homossexual" não é um fatalidade

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Os jogadores de pôquer jogam ou apostam dando a entender que têm cartas altas. O adversário, deixando-se enganar, deixa de reagir. Essa tática, conhecida como "blefe" consiste em "jogar verde para colher maduro".
Algo semelhante está ocorrendo com o PLS 612/2011, que "altera os arts. 1.723 e 1.726 do Código Civil, para permitir o reconhecimento legal da união estável entre pessoas do mesmo sexo".

Argumenta-se que a questão já foi decidida pelo Supremo Tribunal Federal em maio de 2011, no julgamento da Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental 132 (ADPF 132) da Ação Direta de Inconstitucionalidade 4277 (ADI 4277). A Suprema Corte teria definido que o artigo 1723 do Código Civil (que repete quase literalmente o artigo 226 § 3º da Constituição Federal), quando diz que "é reconhecida como entidade familiar a união estável entre o homem e a mulher", deve ser interpretado assim: "é reconhecida como entidade familiar a união estável, por …

E o Verbo se fez carne

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Hoje celebramos o dia em que o Verbo se fez carne (25 de março), nove meses antes do Natal do Senhor.
Que mistério tão oculto... Aquele que os céus não podem conter ficou envolvido por nove meses nas entranhas de uma Virgem. Maria foi o paraíso onde Jesus, o novo Adão, deixou maravilhas de suas graças e bênçãos...

Quem pode separar Mãe e Filho? Como servir ao Filho sem servir Aquela a quem Ele foi submisso (cf. Lc 2,51)?

Seguindo o Espírito Santo, que falou por boca de Isabel, eu bendigo primeiro a Maria: "bendita és tu entre as mulheres". Em seguida, eu bendigo a Jesus: "bendito é o fruto do teu ventre".

A Maria eu bendigo como meio. A Jesus eu bendigo como Fim supremo de toda verdadeira devoção.

Nós, católicos, seguindo as palavras do Espírito Santo, chamamos Maria "a mãe do meu Senhor" (Lc 1,43), ou "mãe do meu Javé" ou mãe de Deus.                                                                                         Que mistério encantador: um…

Senado pode aprovar uniões homossexuais

Não é verdade que aquilo que o Supremo decidiu não se discute. A Suprema Corte não tem o direito de legislar, muito menos de reformar a Constituição. Em 2011, com evidente abuso de poder, o STF inventou uma nova "família" contrariando expressamente a Constituição Federal: a família constituída pela união de duas pessoas do mesmo sexo.
Segundo o jurista Ives Gandra, o Congresso Nacional poderia e deveria reagir a essa invasão de competência sustando a decisão do STF por meio de um decreto legislativo.
Mas o que está ocorrendo é pior. No dia 8 de março, dia internacional da mulher, enquanto estávamos atentos para que não fosse votada a aprovada a lei do "abortoduto" (PL 7371/2014), o Senado, na Comissão de Constituição e Justiça, aprovava por 17 votos favoráveis, zero contrários e nenhuma abstenção, o PLS 612/2011, de autoria da deputada Marta Suplicy, que, em atitude subserviente ao Supremo, "altera os arts. 1.723 e 1.726 do Código Civil, para permitir o reconhec…